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Filipe Magalhaes
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Filipe Magalhaes
Comentário ·
há 8 anos
MPT quer adequações em novela da Globo para garantir representatividade racial
Jota Info
·
há 8 anos
A Globo está plantando aquilo que plantou. Se preocupou tanto em representar as causas de gênero em sua teledramaturgia, a ponto de sacrficar a essência artistica dos roteiros. Isso com certeza fomentou uma tendência de aliar as produções artisticas a alguma pauta progressista. Agora ela sofre os efeitos da tendência que ela mesma ajudou a criar. O MPT está exigindo que a emissora adeque o elenco de acordo com as exigências mais representativas da Bahia.
Eu acho isso lamentável e preocupante. Pois a Globo, mesmo sendo uma emissora tão questionada, ainda é uma produtora de conteúdo cultural, jornalistico e artístico. Uma intervenção neste nível fere o direito de liberdade de produção artistica. Imagine se outros orgãos públicos decidirem intervir no conteúdo de músicas, no teor das nótícias telejornalisticas, nas letras de músicas, etc?
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Filipe Magalhaes
Comentário ·
há 9 anos
Veja o que pode mudar com emenda do projeto de lei que diz que serviços como Uber não são privados
Shankar Cabus
·
há 9 anos
Paulo, o estado de direito busca o equilíbrio entre a necessidade de controle estatal e os direitos individuais. Não há nenhum caos vindo do uso do Uber - a não ser aquele praticado pelos próprios taxistas. O fato de carros particulares carregarem pessoas não torna e nem tornará o trânsito caótico. Eu tenho 29 anos, lembro sim dos tempos das combis. E posso afirmar que essa comparação é totalmente injusta. A forma de organização do serviço é bem melhor, há uma empresa multinacional organizando. Sem contar que ele não trouxe "caos" em nenhum lugar do mundo onde operou. E pior, a legislação que estão tentando votar não tem como objetivo evitar caos algum, mas sim garantir arrecadação de impostos e não deixar que os taxistas sejam prejudicados. Se "cada um olha para seu umbigo" não é problema seu ou meu, as pessoas têm direito de escolher um transporte que elas julgam ser melhor ou mais barato. Se ninguém está sendo prejudicado, qual o problema? Duvido que o Uber vai custar o dobro no futuro, afinal ele não é o único aplicativo de transporte particular no mercado. Se fizer isso perderá passageiros e falirá. Essa é a lógica do livre mercado. No Brasil as pessoas precisam ir às ruas e se arriscarem a ser agredidas pela polícia para evitar aumentos de 20 centavos. Isso que é o verdadeiro caos!
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Filipe Magalhaes
Comentário ·
há 9 anos
Comissão do Senado aprova fim da estabilidade para servidores públicos
Camila Vaz
·
há 9 anos
Finalmente alguma iniciativa para aumentar a eficiência do serviço público. A avaliação de desempenho atual é muito superficial, o que acarreta que muitos servidores ineficientes vençam os processos administrativos. Óbvio que isso não incentiva uma conduta eficiente por parte dos servidores, pelo contrário, desincentiva o chefe da seção a punir os ineficientes, pois nos processo administrativo ele podia até ser enquadrado por perseguição. A maior parte dos comentários são extremamente fisiologistas. Criticam essa proposta com argumentos pobres que vão desde comparar os servidores com os comissionados, até insinuar que o povo não direito de questionar os servidores pois "sabem nada sobre o assunto".
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Eduardo Pedro Gonçalves
Artigo ·
há 7 anos
Print de tela como prova unilateral. Pode isso?
Esse artigo merece ser aperfeiçoado. Mas basicamente vamos falar rapidamente sobre "provas" que empresas de telefonia, luz e água juntam nas contestações como os prints de tela de seus próprios...
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Thiago Noronha Vieira
Comentário ·
há 7 anos
Print de tela como prova unilateral. Pode isso?
Eduardo Pedro Gonçalves
·
há 7 anos
É impressionante, entretanto, como os juízes estão validando esse tipo de prova.
Veja bem, se a prova é unilateral e um print sistêmico numa relação de consumo, entendo que ela não merece validade tendo em vista o poderio econômico, devendo a empresa apresentar outras provas. Exemplo clássico: uma alegação de inexistência de contrato com uma operadora de telefonia, banco, plano de saúde, etc..
Normalmente o consumidor alega que não contratou, por vezes junta um número de protocolo e pede a inversão do ônus da prova.
A empresa NÃO junta o contrato; NÃO apresenta protocolo ou gravação requerido; E junta somente prints unilaterais afirmando que existe o contrato.
E o juiz valida essa prova. A minha visão aqui é seria matéria para o juiz reconhecer a invalidade de ofício, justamente por descumprimento da inversão do ônus.
Entretanto, estamos vendo, cada vez mais, a formação de uma jurisprudência defensiva contra o consumidor. Uma pena.
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John Doe
Comentário ·
há 9 anos
Comissão do Senado aprova fim da estabilidade para servidores públicos
Camila Vaz
·
há 9 anos
"Teremos avaliação para um servidor que logrou aprovação no concurso, após MUITA dedicação" Dedicação à que? A ser um bom servidor ou a passar no concurso?
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